segunda-feira, 2 de março de 2009

Eu, que não amo ninguém

E vivo a morrer de amores


Não tem explicação mesmo. Não precisa ter. Quem disse que essas coisas têm explicação?

Não me cobre questões claras, perguntas objetivas, respostas rápidas. Não as tenho, ou pior, não quero tê-las.

Nenhuma intimidade é suficiente pra se dizer certas coisas. Ninguém é amigo o bastante pra entender certos sentimentos. E isso não tem nada a ver com confiança.

Não quero uma vida repleta de grandes feitos, mas de pequenos detalhes cotidianos saboreados a cada instante.

Vou sentir falta de ver o mar do alto do viaduto.



"E eu não tenho nada a te dizer
Mas não me critique como eu sou
Cada um de nós é um universo, Pedro
Onde você vai eu também vou"
(Raul Seixas)

Um comentário:

_peron. disse...

talvez seja você mesmo que cobra de si todas essas questões.
"o problema tá no 'precisar'".