"A mesma frase dita ao mesmo tempo, o diálogo mudo dos olhares e a certeza das semelhanças entre o que se canta e o que se escreve"
Continuo com a mesma pressa de escrever no ritmo que penso e atropelo as letras. Sai tudo errado, mas acho que você consegue entender o que eu quis dizer.
(Como diz a minha Honey Baby: "se o efeito comunicativo foi atingido, então num me corrEge")
Quero contar muito mais, dividir muito mais, respirar fundo e não precisar falar nada, mas as distâncias fazem com que palavrinhas escritas em letras padrão sejam o mais próximo que eu consigo chegar disso.
Pego o metrô todos os dias e demoro uma hora exata da porta do prédio à porta da loja. Tenho plena confiança no trabalho da empresa de transpote público, então percorro os trinta e cinco minutos de ônibus e os vinte e cinco de trêm com fones nos ouvidos sem o medo de perdê-los no caminho.
Aliás, o caminho é um dos detalhes rotineiros mais agradáveis, já que o ônibus de integração Metrô- Gávea percorre quase todo o caminho beirando a orla, apesar de fazer em um tempo maior do que se eu for a pé.
A preguiça continua a mesma (já te disse isso) e não tenho me esforçado muito pra conhecer novas pessoas.
Tenho saudades dos amigos e do chão de terra batida de certos quintais. Cervejas aos domingos aqui também não são iguais. O Teatro Mágico parece fazer mais sentido e o Oswaldo vai tocar dia 13.
Assisti uma entrevista com a Roberta Sá essa semana e descobri que tudo naquele serzinho é bonito de se ver. Assisti uma da Ana Carolina também e entendi qual o parentesco dela com o Sávio. Quero assistir o DVD da Elis e o do Vinicius até amanhã, mas não sei se vou ter tempo.
Devia ter escrito isso tudo no e-mail de agora há pouco, mas é que deu vontade de continuar.
O sono já ta fazendo meus olhos fecharem, então o restante vai ficar pra próxima.
Quero escrever uma música um dia.
"....."
Continuo com a mesma pressa de escrever no ritmo que penso e atropelo as letras. Sai tudo errado, mas acho que você consegue entender o que eu quis dizer.
(Como diz a minha Honey Baby: "se o efeito comunicativo foi atingido, então num me corrEge")
Quero contar muito mais, dividir muito mais, respirar fundo e não precisar falar nada, mas as distâncias fazem com que palavrinhas escritas em letras padrão sejam o mais próximo que eu consigo chegar disso.
Pego o metrô todos os dias e demoro uma hora exata da porta do prédio à porta da loja. Tenho plena confiança no trabalho da empresa de transpote público, então percorro os trinta e cinco minutos de ônibus e os vinte e cinco de trêm com fones nos ouvidos sem o medo de perdê-los no caminho.
Aliás, o caminho é um dos detalhes rotineiros mais agradáveis, já que o ônibus de integração Metrô- Gávea percorre quase todo o caminho beirando a orla, apesar de fazer em um tempo maior do que se eu for a pé.
A preguiça continua a mesma (já te disse isso) e não tenho me esforçado muito pra conhecer novas pessoas.
Tenho saudades dos amigos e do chão de terra batida de certos quintais. Cervejas aos domingos aqui também não são iguais. O Teatro Mágico parece fazer mais sentido e o Oswaldo vai tocar dia 13.
Assisti uma entrevista com a Roberta Sá essa semana e descobri que tudo naquele serzinho é bonito de se ver. Assisti uma da Ana Carolina também e entendi qual o parentesco dela com o Sávio. Quero assistir o DVD da Elis e o do Vinicius até amanhã, mas não sei se vou ter tempo.
Devia ter escrito isso tudo no e-mail de agora há pouco, mas é que deu vontade de continuar.
O sono já ta fazendo meus olhos fecharem, então o restante vai ficar pra próxima.
Quero escrever uma música um dia.
"....."